segunda-feira, 16 de janeiro de 2017


Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso

Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)

E talvez de meu repouso...
Mario Quintana 

NESSAS FOTOGRAFIAS (IGREJA DA MATRIZ) PODE-SE NOTAR A MUDANÇA QUE O TEMPO EXIGE DA ARQUITETURA. O PASSADO QUE HOJE NOS PARECE RÚSTICO E O PRESENTE QUE SE FAZ EXÓTICO, ENTÃO FICA A PERGUNTA: O QUE ESPERAR DO PORVIR? 

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