quarta-feira, 18 de janeiro de 2017


Esse prédio, que hoje encontra-se abandonado, foi uma importante fábrica conhecida como Manufatureira agrícola de Codó e pertencia a família Archer no período de seu funcionamento. Hoje o patrimônio pertence ao Governo do estado do Maranhão e sua área está sendo utilizada para construção de prédios para abrigar repartições públicas do estado como é o caso do Fórum de justiça e o batalhão da polícia militar. A população a muito tempo vem dando uma sugestão viável que seria o de transformar o velho prédio em um museu e presentear nossa cidade com mais conhecimento cultural, o que não tem sido levado em consideração pelas autoridades e governantes até então.   

ARMAZÉM PARAÍBA DE CODÓ: PASSADO PARA RECORDAR E PRESENTE APRECIAR.
ATUALMENTE É ASSIM QUE SE ENCONTRA A NOVA ESTRUTURA DO PRÉDIO QUE JÁ FOI A RODOVIÁRIA DE CODÓ-MA. HOJE O IMÓVEL PÚBLICO É UTILIZADO COMO CENTRO DE CULTURA. COMPAREM COM A FOTOGRAFIA ABAIXO E VEJAM A DIFERENÇA.
Antiga rodoviária de Codó. Percebe-se o canal dá Água Fria, o trilho dá ferrovia.


A maior parte da nossa vida é uma série de imagens. Elas passam pela gente como cidades numa estrada, mas algumas vezes, um momento se congela, e algo acontece. E nós sabemos que esse instante é mais do que uma imagem. Sabemos que esse momento, e todas as partes dele irão viver para sempre.
One Tree Hill

COMPARANDO OS PORTAIS DE ENTRADA DA CIDADE DE CODÓ. O PRIMEIRO FOI ERIGIDO NA GESTÃO DO EX-PREFEITO JOSÉ INÁCIO E O SEGUNDO NA PRIMEIRA ADMINISTRAÇÃO DO EX-PREFEITO JOSÉ ROLIM FILHO (Zito Rolim), NA ADMINISTRAÇÃO CUIDANDO DA NOSSA GENTE, DANDO UM NOVO DESIGN A ENTRADA DA CIDADE. O ANTIGO MOSTRA MARCAS DO PERÍODO EM QUE FOI CONSTRUIDO E COMO ERA A ARQUITETURA DESTA ÉPOCA, O SEGUNDO TRAZ DETALHES SUTIS E UMA ARQUITETURA ATUAL MELHORANDO A IMPRESSÃO DE QUEM VISITA NOSSA CIDADE.   

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017


Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso

Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)

E talvez de meu repouso...
Mario Quintana 

NESSAS FOTOGRAFIAS (IGREJA DA MATRIZ) PODE-SE NOTAR A MUDANÇA QUE O TEMPO EXIGE DA ARQUITETURA. O PASSADO QUE HOJE NOS PARECE RÚSTICO E O PRESENTE QUE SE FAZ EXÓTICO, ENTÃO FICA A PERGUNTA: O QUE ESPERAR DO PORVIR?